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Sistemas Humanos


Vagas para o momento com Pierre Benghozi


No sábado, 13 de agosto de 2016, o Instituto Sistemas Humanos receberá em sua casa, em São Paulo, o Dr. Pierre Benghozi.

Como terapeuta de família e casal, ele virá para compartilhar um pouco de sua experiência entre amigos.

Num pequeno grupo de 60 pessoas, ele estará disponível para que possamos vê-lo atender um casal e trabalhar conosco as teorias desenvolvidas e usadas por ele.

Benghozi, um convidado ilustre entre nós, que já esteve diversas vezes no Brasil e no Instituto Sistemas Humanos, estará em um momento especial.

Ainda contamos com alguns lugares disponíveis. Se houver interesse, convém fazer a inscrição o mais rápido possível, para garantir sua participação.

Muito obrigado!

Até breve,
Marcos Naime Pontes


Encontro com Pierre Benghozi

Data: 13/08

Horário: 9h às 16h

Local: Instituto Sistemas Humanos – Rua Indiana, 1188; Brooklin Paulista; São Paulo, SP

Investimento:

  • Alunos e ex-alunos: R$ 400

  • Sócios APTF/ABRATEF: R$ 450

  • Outros profissionais: R$ 500

As inscrições podem ser feitas online ou pelo telefone 11 5505-8911 (falar com Nice).

Quarta, 22 Junho 2016 12:40

Sistemas Humanos: sobre ser mãe

Sobre ser mãe

por Marcos Naime Pontes

O meu desejo atrevido de falar de uma maternagem que pode acontecer em todas as relações humanas. Como enfrentar o desafio?

Nunca fui ou serei mãe. Talvez nem mesmo pai. Essa é uma falta que não me dói. Uma daquelas (im)possibilidades que estão incorporadas no meu não ser. Em paz.

No entanto, meu cotidiano faz com que eu esteja junto a muitos que têm em seu ser essas existências. Tenho enorme gratidão a todos que puderam ser mais esse aspecto lindo da vida.

Escrevo hoje pensando sobre a dureza dessas escolhas.

A presença do terceiro: Uma metáfora do casal?

Com o coração aberto: Conversando com as famílias do século XXI

ENTREVISTA COM RODRIGO KIKO

por Denise Mendes Gomes

Rodrigo: Quando eu comecei a pesquisar no meu ateliê, eu trabalhava com as referências dos escravos, dos negros, e eu não elegi esse tema por motivos racionais, longe disso. O negro foi aparecendo pela minha  experiência de vida: eu morei na periferia, onde a maioria são negros. Depois, quando eu fui adotado, havia duas funcionárias que eram negras. Eu as chamava de senhoras e elas ficavam até espantadas com isso. Além disso, eu trabalhei durante nove anos na favela de Paraisópolis como professor, onde a quase totalidade dos alunos era formada por negros.

Com o tempo, depois de trabalhar com materiais convencionais, desenhando e pintando com eles, comecei a pesquisar materiais não convencionais, buscando o sentido e o conteúdo que estão embutidos no uso de cada material. Seguia, assim, o caminho dos modernistas, que começaram a experimentar o significado dos meios, suportes, elementos de composição, questionando o sentido de seu uso mais além da cor e da textura.

Orminda- Carvão e terra sobre tela de algodão cru
Georgina