Ponto de Encontro

Queridos alunos e amigos do Sistemas Humanos.

No 2º semestre de 2015 colocamos em prática uma ideia que estava no ar: criamos nossa “ouvidoria”.

Adoro essa ideia... afinal acreditamos profundamente que a base de qualquer encontro fértil está no desenvolvimento da capacidade de escutar!

Nosso site tem o espaço do “Fale conosco”, mas queríamos “adensar” o canal de comunicação.

Colocamos uma urna em nossa recepção, para que de forma anônima pudéssemos ser contatados, e distribuímos a pesquisa para todos os alunos de nosso curso de formação. Foram entregues 34 questionários, envelopados, numerados, sem qualquer sinal que pudesse identificar as pessoas que respondessem. Recebemos o retorno de 21!

Claro que gostaríamos de ter recebido maior adesão, mas pensamos que este é um trabalho de construção desse canal de participação e, como primeiro movimento, foi de muita riqueza para nossas reflexões.

Para ler as respostas, propus organizá-las de forma que pudéssemos ter uma visão geral de cada item, ou seja, todas as respostas de uma mesma pergunta, e ao mesmo tempo, pudéssemos acompanhar a posição de cada participante ao longo de todo questionário. Uma fotografia individual (de cada participante) e uma fotografia geral (de todos os participantes) em cada pergunta.

Com essas informações fizemos uma reunião da equipe para podemos ler, pensar juntos, e caminhar no aperfeiçoamento do Sistemas Humanos.

Algumas reflexões surgiram a partir dessa leitura:

— Ouvimos um pedido de maior sistematização teórica e uma ampliação da carga horária para que não se prejudique o tempo de atendimento clinico e dos trabalhos com as vivencias grupais.

Entendemos que temos um desafio para ultrapassar pois nossa vivencia na sala de aula é frequentemente de dificuldade de motivar o aprofundamento das leituras e reflexões sobre o texto. Acreditamos que precisamos trabalhar melhor a construção dessa motivação, que se traduz por um pedido ao lado de uma dificuldade.

— Ouvimos que nossos alunos entendem que o Sistemas Humanos baseia sua formação no desenvolvimento da pessoa do terapeuta, e assim, no espaço especial para a vivencia grupal e para as ressonâncias acordadas na própria história.

Percebemos no entanto que em alguns momentos os alunos não se sentiram suficientemente “sustentados” nesse caminho de autoconhecimento e abertura das próprias mochilas, junto à abertura das mochilas dos demais participantes, sejam colegas, sejam professores, Acreditamos que o aprofundamento de nossos recursos nesse caminho, com o qual nos identificamos, seja muito importante e procuraremos estar ainda  mais atentos e comprometidos nessa direção.

— Ouvimos uma grande satisfação com relação ao atendimento clinico e à abordagem da interlocução clinica. Nesse item apareceu a maior convergência de avaliações acima da média. Quando apareceram queixas foram referentes ao pedido de uma melhor organização do “banco de famílias” e o desejo de maior numero de atendimento de casais, e melhorias na parte técnica da sala de atendimentos.

Essas sugestões nos foram muito úteis e providenciamos a melhoria do som e do banco de dados, ficando a pintura e o mobiliário adiados para quando for possível esse investimento.

— Ouvimos que nossos alunos estão divididos com relação à metodologia do ensino teórico, mas existe uma voz forte em comum que fala da importância da união do aprofundamento teórico,com ênfase nas leituras e seminários, com o espaço vivencial profundo e cuidado.

— Ouvimos que nossos alunos dão ênfase ao clima das relações dentro do grupo, e avaliaram, com quase unanimidade, com nota máxima, a relação entre professores e alunos.

Percebemos que quando surgiram tensões entre os professores isso foi sentido de forma forte e apareceram avaliações piores e sugestões para que os professores dessem atenção a essas dificuldades dentro da equipe.

Quanto a relação entre os colegas e ao clima de cada grupo notamos que a grande maioria sentiu a experiência como boa, mas que algumas pessoas mostraram desconforto, o que significa para nós a necessidade de uma atenção maior nos momentos mais difíceis do grupo.

— Foi muito interessante “ouvir” através das notas que nossos alunos nos deram como formadores. Conversamos muito sobre nossas avaliações! Alguns alunos contribuíram também escrevendo sobre cada professor e apontando as dificuldades que notaram.

Para encerrar esses comentários: percebemos que as queixas que apareceram fazem sentido para nós e estão relacionadas a duas observações importantes: necessidade de espaço e tempo para o aprofundamento teórico e atenção maior dos formadores para as situações emocionais do grupo e para as relações dentro da própria equipe.

Sentimos muita satisfação ao perceber que nosso caminho, centrado no desenvolvimento da pessoa do terapeuta (incluindo professores e alunos) e na construção conjunta do conhecimento, criou raízes, é uma marca do Sistemas Humanos e com a ajuda dessas reflexões poderemos aperfeiçoar a cada vez mais nosso instituto.

Um grande abraço

Sandra Fedullo Colombo

Ouvidoria.

Queridos alunos.

O Sistemas Humanos quer ouvir de coração aberto as avaliações, críticas e sugestões de vocês, pensando no aperfeiçoamento de nosso “fazer” institucional.
O sigilo e o anonimato são fundamentais para esse processo: respondam com o coração aberto!
Nossa ouvidoria está curiosa e aberta para receber essas reflexões!
Agradecemos antecipadamente essa colaboração para que nosso Instituto continue amadurecendo em seu caminho de ser um lugar sempre acolhedor e responsável.

Um grande abraço

Equipe Sistemas Humanos.


O Instituto Sistemas Humanos conta com três frentes de atendimento a famílias e casais: a Clínica Escola, a Clínica de Casal e a Clínica Social.

A Clínica Social teve seu início em 2003, atuando com duas interfaces de mútuo crescimento e desenvolvimento, ou seja, com as famílias que procuram atendimento em algum momento delicado de suas vidas, e com os terapeutas de família que visam uma ampliação e aprofundamento de sua atuação terapêutica, constituindo entre si, uma equipe reflexiva, com a interlocução clínica de um formador mais experiente. Dessa forma, nesse espaço de trabalho e parceria, atendimentos de demandas e origens diversas, assim como a reflexão e criação de novas possibilidades em atendimento, vão se somando e aprimorando, de forma que o amadurecimento do grupo nos coloca, hoje, em ótimo patamar de atenção e cuidados às necessidades de cada família que procura o Instituto.

Para que o caráter social desse funcionamento seja possível, cada família que chega ao Sistemas Humanos já tem garantido seu atendimento por outras famílias que, por generosidade e reconhecimento, contribuíram com o que lhes foi possível, seja durante o processo terapêutico, seja ao final dele.

Contamos também com contribuições de pessoas que acreditam nessa forma de trabalho terapêutico e colaborativo, assim como pelos integrantes do grupo, cuja mensalidade dá suporte ao permanente funcionamento do trabalho.

Caso seja de seu interesse saber mais a respeito do trabalho e juntar-se a nós, informamos que a Clínica Social funciona às quintas-feiras, das 14h00 às 17h00, mediante entrevista a ser marcada com a Nice, na Secretaria do Instituto, pelo telefone (11) 5505-8911.

Conheça nosso grupo

Marcos Naime Pontes: coordenador e formador pelo Instituto.

Demais integrantes por ordem alfabética

Ana Starling: sou psicóloga e terapeuta de casal e família que atuava sozinha no consultório e busquei a clínica social na esperança de encontrar um novo formato de atendimento compartilhando com outras pessoas. Encontrei um espaço que significou muito mais do que isso para mim, novas possibilidades , ampliação da significação do lugar do terapeuta, uma troca genuína entre as pessoas possibilitando a co-construção de um trabalho verdadeiramente transformador.

Ana Carolina Linardi Payés:  estando no final da formação de terapeuta de família e de casal, me ligue à clínica social (grupo de quinta-feira) em 2014, buscando um lugar onde pudesse amadurecer meu olhar como terapeuta e vivenciar a prática sistêmica. Para mim, a clínica social significa um grupo valioso de compartilhamento de experiências e também de sustentação e crescimento do ser terapeuta.

Camila Falanghe: concluí minha formação como terapeuta de famílias e casais em 2011 e a partir deste ano busquei a clínica social como um espaço de trocas e possibilidades. Me surpreendi, pois encontrei muito muito mais do que isso: foi nela que iniciei meus passos me autorizando a tornar-me terapeuta. A clínica para mim vem sendo uma incubadora do meu ser terapeuta de onde recebo o alimento do olhar que legitima, autoriza, contém, suporta... e tudo mais que minha irmã de incubadora Márcia lembrou. Como acredito que o terapeuta nunca está nascido por completo, mas sempre em processos de renascimentos, olho para este espaço como um lugar único de possibilidades de nascimentos e renascimentos.

Márcia Regina Machado Benatti: frequento a clínica social desde fevereiro de 2009. Sou fonoaudióloga e terapeuta de família formada pelos Sistemas Humanos na turma de 2010. Gostaria de expressar ,declarar e registrar a minha experiência na clínica social através das seguintes palavras:trabalho com o ser terapeuta; múltiplas vozes; diferentes olhares e vivências; grupo terapêutico; lugar de pertencimento; lugar de pertencimento e validação; incentivo; colo; cooperação; cooterapia; integração e diferenciação; transformação; compreensão; cuidado; preparo; mergulho; continência; suporte; suportar; entender; perguntar; ouvir; construir; ter paciência; acolher; não saber; aproximar-se e acreditar.

Maria Luiza Bambini Vasconcellos: Pedagoga e Terapeuta de Família. Para mim, a Clínica de Estudos e Atenção à Família foi a oportunidade de verificar em serviço, assim como contribuir por meio dele, para a construção de um conceito que sempre me sustentou: a conectividade que rege todos os seres e seu meio, espaço no qual todos os envolvidos são profundamente beneficiados pelo trabalho que constituem em parceria.  

Marli Tagliari: sou psicóloga Junguiana, com formação em Terapia de Casal e Família pelo Sistemas Humanos, Núcleo de Estudos  e Prática Sistêmica. Como forma de  aprimorar meu aperfeiçoamento, faço parte da equipe reflexiva  na Clinica Social do Sistemas Humanos, um dos vários Núcleos de Estudos da Instituição. A clínica de Estudos e Assitência a famílias existe desde a fundação do Instituto e visa assistir  famílias, oferecer aos alunos em formação a ampliação do modelo de estudos e legitimar os terapeutas de família que desejam experimentar atendimentos com interlocução clínica na presença de um formador. Destes  encontros significativos me enriqueço a partir das trocas que acontece entre coordenador, equipe e famílias, o que contribui para o fortalecimento do meu papel de terapeuta e de minha singularidade.


Clínica Casal

O objetivo é o encontro com nossas histórias e experiências, pois acreditamos que é desta forma que ampliamos as possibilidades de estar com famílias e casais. Filme, livros, autores e a interlocução clínica fazem parte das nossas conversas.

É nosso quarto ano! E nestes quatro anos, atendemos casais que nos permitiram refletir sobre nossos relacionamentos, preconceitos, impasses, e como somos afetados pelas histórias e emoções que surgem nos encontros. Vivenciar histórias de amor e desamor, separações, recasamentos, mortes, doenças, envelhecimento, dificuldades financeiras, fragilidades, ódios, invejas e outras, é o cotidiano no atendimento a casais.

A quem se destina: Terapeutas de Família e Casal, alunos de formação em Terapia Familiar, a partir do 2º ano.

Coordenação: Adriana Mattos Fráguas, Eliete Belfort Mattos e Suzanna Amarante Levy

Período: Quinzenalmente as sextas-feiras das 13h00 as 15h30


Ponto de Encontro

Lugar para os terapeutas de Familia e Casal sentarem ao redor de um tema, dividirem suas experiências, abrirem suas mochilas de vivências e histórias.

Ler, assistir filmes, ver vídeos de atendimento, fazer confidências clinicas! Construir uma rede de pertencimento para que nosso crescimento pessoal cada vez mais alimente nosso fazer clinico. Coordenação: Sandra Fedullo Colombo.

Período: Primeira sexta-feira de cada mês das 13h00 as 16h30


Depoimentos

  • Se tem um lugar que gosto de estar é no Sistemas Humanos! Entrei lá pelas mãos de uma amiga em... Leia mais...

    Se tem um lugar que gosto de estar é no Sistemas Humanos! Entrei lá pelas mãos de uma amiga em 2008 e não saí mais! Depois da formação, tive o privilégio de começar junto com algumas colegas e 3 das professoras mais queridas prá mim, o grupo de estudo e prática no atendimento à casais.O Sistemas é um lugar vivo, cheio de energia e afeto. Inverteu a ordem das coisas na minha cabeça, já que quando entrei lá, esperava por respostas e técnicas certeiras e acabei tendo que entender que o melhor é aprender a ouvir...e perguntar! Lugar também muito especial porque para nos construirmos terapeutas obrigatoriamente abrimos o mais íntimo de nós e neste caldo, além de me fortalecer como terapeuta, fiz amigos para a vida inteira. Precisa dizer mais?

    Maria Lucia Trench

  • Ter a oportunidade de conhecer a teoria sistêmica através dos Sistemas Humanos fez toda a... Leia mais...

    Ter a oportunidade de conhecer a teoria sistêmica através dos Sistemas Humanos fez toda a diferença em minha vida, não apenas profissional, mas pessoal.

    Me autorizei a ser a terapeuta afetiva e amiga- característica que sempre fez parte da minha personalidade. Este curso, que tem como premissa o Amor e o quanto este tem o poder de transformar pessoas e contextos faz-se fundamental nos dias de hoje, onde as relações muitas vezes são permeadas por desafetos e sofrimentos.

    Agradeço à todos os formadores dos Sistemas Humanos, que além de serem excelentes professores especialistas são acima de tudo pessoas amigas, sempre disponíveis afetivamente. Jamais esquecerei dos nossos encontros (chamados aulas) sempre cuidados e recheados com sabedoria, trocas e encantamento.

    Lucimeire Prestes de Oliveira Tome

  • Sou Mariângela "Baia" Fazano, psicóloga e terapeuta familiar.
    Participei da Família... Leia mais...

    Sou Mariângela "Baia" Fazano, psicóloga e terapeuta familiar.
    Participei da Família Sistemas Humanos Sorocaba por 6 anos, sendo 4 deles na formação como terapeuta de casal e família e mais 2 anos complementando esta formação com um grupo de estudos.
    A passagem por este lugar acolhedor e iluminado marcou de forma especial minha vida!
    Foram muitas e diversificadas as aprendizagens e os conhecimentos adquiridos, mas o maior ganho foi na forma de olhar o mundo, as pessoas, as relações - um grande salto pessoal e profissional!!!
    Grandes talentos - sensíveis e profissionais - despertando e enaltecendo no outro o seu potencial terapeuta.
    Saudades...

    Mariangela Fazano

  • O Curso de Formação como Terapeuta de Casal e Família foi um diferencial não só para minha... Leia mais...

    O Curso de Formação como Terapeuta de Casal e Família foi um diferencial não só para minha atuação profissional mas na minha vida pessoal. Tornar-se um profissional melhor a partir de uma transformação interna, sendo uma pessoa melhor. O curso proporciona conhecimento mas também mudança de paradigma, um novo olhar para o contexto e para as relações. Posso dizer que o curso foi um "turning point" na minha vida. Sou e serei eternamente grata.

    Natercia Tiba

  • O curso de terapia familiar sistêmico fez, faz e fará toda diferença na minha vida. Um divisor... Leia mais...

    O curso de terapia familiar sistêmico fez, faz e fará toda diferença na minha vida. Um divisor de águas tendo como base o Amor. Adentrar na formação de terapia de casal, família e indivíduo é ser cuidado/legitimado em todo tempo nas nossas histórias de vida e competências. Não consigo me enxergar sem esta competente escola que me ajudou a descobrir ferramentas para cuidar da minha família interior e de tantas que vem ao meu encontro. Obrigado Sistemas Humanos pelo Oasis de legitimação que és numa sociedade pós moderna com inúmeros desafios.

    Pe. Evandro Luis Z. Paulim

  • Minha vida sempre foi pautada por novas descobertas e o Instituto Sistemas Humanos proporcionou-me... Leia mais...

    Minha vida sempre foi pautada por novas descobertas e o Instituto Sistemas Humanos proporcionou-me novas e profundas explorações.
    Na busca de novos conhecimentos encontrei a profundidade, a delicadeza, o novo e principalmente me encontrei.
    Ao mesmo tempo que estudamos o outro também estudamos nós mesmos.
    Quis explorar o novo e voltei ao ponto de partida, EU.
    beijos

    Monica R. Mauro

  • Histórias que se cruzam
    Diferenças que somam
    A oportunidade de transformar
    Agregar... Leia mais...

    Histórias que se cruzam
    Diferenças que somam
    A oportunidade de transformar
    Agregar e
    Recriar
    Assim, ativamos o ciclo virtuoso
    que move a vida com mais leveza
    e fluidez.

    Adriana V. S. Doria

  • Existia mesmo um velho ditado, que dizia que que a vida começa aos 40, porém posso garantir que... Leia mais...

    Existia mesmo um velho ditado, que dizia que que a vida começa aos 40, porém posso garantir que ela pode começar com muita determinação e vontade aos 60
    E foi assim que cheguei aos Sistemas Humanos, recém aposentada,muito assustada , com um medo enorme de acompanhar aquele grupo de jovens, em pleno apogeu profissional e pessoal
    Afinal, eu era somente uma Pedagoga, formada há quase 40 anos com alma de Assistente Social e uma experiência de 20 anos trabalhando no Atendimento à Famílias e Crianças em áreas de periferia,com alto risco de vulnerabilidade .
    Cheguei aos sistemas ,com uma vontade enorme de encontrar na teoria fundamentos teóricos que dessem sentido às minhas crenças e a minha prática , muitas vezes tão intuitiva
    Buscava também nova formação que me permitisse trilhar novos caminhos profissionais .
    Afinal se a vida começa aos 60, não pode parar aos 64,não é?
    A leitura dos textos, ,o contato com cada nova escola, a forma tão pessoal que cada formador nos conduzia pelos caminhos de novas teorias, o acolhimento do grupo, a certeza de pertencer me traziam muitas vezes sensação de euforia , uma certa pressa ,como uma vontade enorme de quero mais e agora.
    Mas ao mesmo tempo era necessário um profundo mergulho em minha própria vida, como se a visse refletida num espelho .Se de um lado sentia o encantamento de tantas possibilidades que a Terapia Familiar podia nos oferecer, do outro tinha que aprender a identificar o ressoar das minhas próprias dores, vazios, abandonos e só assim conseguir me identificar com o outro .
    E conseguir me aproximar dele e estabelecer vínculos.
    O que foi então o Sistemas Humanos na minha vida?
    Posso garantir que foi das melhores escolhas que fiz na vida, da qual não me arrependo nem um segundo..
    Aqui encontrei muito mais do que supus poder encontrar em um Curso de Formação:
    Competência aliada a uma enorme generosidade,
    Soma de Saberes combinada com a humildade de saber lidar com as Diferenças, Receptividade, acolhimento, estabelecimento de vínculos aliado à possibilidade de crescer
    E tudo somado à uma postura ética, profissional e íntegra, mesclado a um profundo sentimento de respeito e humanidade.
    Ao meu maravilhoso grupo , meu desejo carinhoso que continuemos unidas, firmes e companheiras como conseguimos ser durante estes 4anos,
    Aos meus Mestres amados e admirados Janice, Denise, Marcos , Eliete, Adriana e Sandra a minha eterna gratidão e amizade. Pessoas como vocês não existem.
    A Suzana o meu agradecimento por ter me dado a possibilidade de conhecer e me apaixonar pelo Sistemas Humanos
    Um grande beijo a toda a equipe de apoio que contribuiu para que meu curso de Formação fosse inesquecível
    Com todo o meu carinho e gratidão.

    Sandra Aprigliano

  • Tantas coisas podem ser ditas sobre um curso que escolhemos em nosso percurso profissional ... mas... Leia mais...

    Tantas coisas podem ser ditas sobre um curso que escolhemos em nosso percurso profissional ... mas para mim, a marca do Sistemas Humanos é a coerência entre discurso e prática. Foi o que me encantou! Ver que o corpo docente vive e testemunha o escopo teórico do curso nos anima a também viver e acolher com competência e respeito a todos que nos propomos receber em nossos atendimentos.

    Ma. Luiza B. Vasconcellos

  • Quando percebi que tinha feito uma feliz escolha na vida, a de ser psicóloga , acompanhou-me a ... Leia mais...

    Quando percebi que tinha feito uma feliz escolha na vida, a de ser psicóloga , acompanhou-me a ideia ao longo dos anos de cuidar do meu papel profissional com muito carinho, qualidade, intensidade sempre em busca de mais sabedoria. A formação de terapeuta de casal e família nasce dentro de uma psicóloga madura (com mais de 25 anos de formada , na época), inquieta e exigente que estava em busca de novos conceitos, algo que ampliasse os saberes, algo renovador. A confirmação que tive durante a entrevista de que não só eu estava interessada nos Sistemas Humanos mas que eles também estavam interessados no que eu tinha para acrescentar, foi fundamental para eu perceber que ali se estabelecia uma rede de cumplicidades. Essa percepção foi apenas um começo mas ,ao longo dos anos de formação, com muitos estudos teóricos e práticos, foram ficando mais claras as intenções em ensinar mas, também em aprender com todos os humanos que faziam parte do sistema. Salientando apenas uma das várias diferenças que adquiri ao longo desses anos no SH , escolho aquela que foi mais significativa para mim: a de valorizar o olhar de todos os membros envolvidos no contexto dos atendimentos, sempre incluindo o terapeuta, em suas semelhanças e diferenças , sem deixar de se preocupar com a ética relacional necessária para que as relações floresçam respeitosamente.
    Algo que começou na minha entrevista , prosseguiu pela minha formação e continua até os dias de hoje no Ponto de Encontro, grupo destinado aos já formados. Certamente acrescentei qualidades e sinto-me uma terapeuta muito melhor. Meu muito obrigada ao Sistemas Humanos. Aos novos pretendentes, que um dia possam se interessar por caminhos semelhantes, pensei em oferecer as palavras de Carlos Drumond de Andrade :

    Para ganhar um Ano Novo
    que mereça este nome,
    você, meu caro, tem de merecê-lo,
    tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
    mas tente, experimente, consciente.
    É dentro de você que o Ano Novo
    cochila e espera desde sempre.

    Marisa Micheloti

  • O curso no Sistemas Humanos teve vários impactos em minha vida:
    - eu, que vim da área... Leia mais...

    O curso no Sistemas Humanos teve vários impactos em minha vida:
    - eu, que vim da área jurídica, onde havia leis com artigos, incisos, alíneas e parágrafos, aprendi que tudo é relativo, que não existe o Certo e o Errado. Tudo depende do observador , do objeto observado e do contexto;
    -que se legitima o saber de cada um em suas particularidades e experiências, aproveitando-as todas;
    -que, no Sistemas Humanos temos interlocutoras que interagem juntas entre si e com os alunos num entrelaçamento crescente para o desenvolvimento do ser humano e consequentemente do SER terapeuta.
    Por isto tudo é que o Sistemas Humanos é a minha segunda casa!
    Acolhimento, conhecimento e legitimação que foi o que recebi do Sistemas Humanos.
    Bjs

    Silvia Helena C. Arruda

  • Para mim, sem dúvidas, um divisor de águas.
    Meu olhar de mundo pré e pós essa... Leia mais...

    Para mim, sem dúvidas, um divisor de águas.
    Meu olhar de mundo pré e pós essa experiência.
    Independente os objetivos pessoais de cada um, é um trabalho pessoal interno, que amplia a visão de mundo e proporciona mudanças.

    Jose Orivaldo Simonetti

  • A partir do curso do Sistemas Humanos eu pude entender como funciona minha família. Esse... Leia mais...

    A partir do curso do Sistemas Humanos eu pude entender como funciona minha família. Esse conhecimento me deu poder de escolher. Eu poderia continuar fazendo as mesmas coisas e continuar com minha vida como estava. Porém, não estava satisfeito com a vida que tinha. Também poderia tentar algo diferente e buscar um jeito de viver que me possibilitasse satisfação.
    Escolhi a segunda opção, plenamente consciente de tudo que isso envolvia.
    Por conta disso, hoje, vivo bem melhor, comigo e com minha família.
    Tudo isso foi possível a partir da entrada do Sistemas Humanos em minha vida

    Agnaldo Marcelo S. Cianelli

  • A diferença que o curso fez em minha vida foi a mudança do olhar e do sentir. A verdadeira... Leia mais...

    A diferença que o curso fez em minha vida foi a mudança do olhar e do sentir. A verdadeira transformação se deu com a percepção do pensamento linear tão rígido e, quando em contato com meus sentimentos, fui despertada a um outro modo de ver as pessoas e tudo em volta; de forma sistêmica. Aprendizado para uma vida toda!

    Luciane Fogaca

  • Ser terapeuta de família pelo Sistemas Humanos é pessoal, afetivo e intenso! Não é apenas uma... Leia mais...

    Ser terapeuta de família pelo Sistemas Humanos é pessoal, afetivo e intenso! Não é apenas uma formação. O que vivenciei nas salas e corredores, com os amigos, os formadores, as pessoas foi trans-formador! Cuidei, fui cuidada... Amei! Mas, a experiência não acabou com o fim do curso. Em mim ela prossegue viva, ecoando ajudando a esculpir novos passos...

    Simone Conejo

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