Um pouco de história

Um pouco de história

Histórico

Em 2000 nasceu nosso instituto Sistemas Humanos fundado por Sandra Fedullo Colombo, Janice Rechulski, Eliete Belfort Mattos, Dílson Marum Gusmão, Gilda Franco Montoro, Adriana Mattos Fráguas, Marcos Naime Pontes e Denise Mendes Gomes.

K2 Introduction

Uma longa história precede um nascimento. Assim também foi com o Sistemas Humanos. Sandra e Janice foram fundadoras do ITF-SP em 1988 e trabalharam nessa equipe durante 12 anos. O crescimento dessas profissionais, marcado pelo encontro com a teoria das Ressonâncias e o trabalho com Mony Elkaïm, pelas leituras e seminários sobre o Construcionismo Social, com especial apreço a Tom Andersen, a valorização cada vez maior do desenvolvimento da pessoa do terapeuta como pedra angular da terapia e a concepção de uma ética relacional baseada na horizontalidade e reciprocidade, levou-as a terem o desejo de formarem um novo instituto que refletisse essas concepções sobre a vida, as relações e a terapia. Uma tarde, passeando pela praia de Juqueí, surgiu o nome Sistemas Humanos e o logotipo de uma espiral azul que inspirasse relações flexíveis e abertas para o infinito.

O grupo que se organizou para dar à luz a esse projeto só poderia ser formado por pessoas que tinham uma história de afetos e idéias compartilhadas, eram amigos e colegas de longa data como Eliete e Gilda e, alguns, haviam inclusive feito formação em terapia familiar conosco no ITF, Dílson, Adriana, Marcos, Denise e Suzanna Levy (que entrou na equipe um pouco depois). Nesse percurso de 10 anos convidamos Márcia Setton, Vivien Bonafer Ponzoni, Neide Abreu, Sérgio Hübner, Marcos Cavana e Elizabeth Politi para participarem de nossa equipe como formadores convidados. Gilda, em 2007, separou-se para dedicar-se integralmente ao Ceaf e Elizabeth, em 2008, para dedicar-se ao seu instituto Ceoaf.

Muitas conexões levaram-nos a formar esse grupo, principalmente a crença compartilhada de como pensamos o processo de formar um terapeuta: uma busca profunda de sua própria humanidade, representada pelo seu contato íntimo com a vulnerabilidade e a dor, desenvolvimento de um profundo respeito à existência do outro, a convicção de que são inúmeras as versões da realidade e a curiosidade e a empatia como recursos fundamentais para o terapeuta. Essa postura, que é um jeito de olhar e construir as relações humanas, enfatiza a impossibilidade de dissociarmos o que somos do que fazemos no aqui e agora. Pensamos o encontro terapêutico como um encontro, antes de tudo, humano, de cooperação e solidariedade. A construção do espaço reflexivo que essa experiência exige depende, principalmente, da possibilidade que o terapeuta poderá desenvolver para convidar seus clientes a penetrar no “espaço sagrado” do existir consigo mesmo e com o outro.

Nossa equipe caracteriza-se por valorizar nossos “jeitos diferentes e diversos” de trabalhar, seja clinicamente, seja na formação. Acreditamos verdadeiramente que cada um tem sua caixa de ferramentas, ou, mais poeticamente falando, seu artista interior que se expressará por diferentes linguagens. Por essa razão, trabalhamos com nossos alunos em pequenos grupos, de forma artesanal, convidando-os a percorrer a história da Terapia Familiar, seus diferentes pensadores, e os instrumentos utilizados por cada um, sempre dentro de um espaço de discussão e reflexão que os permite desenvolver suas próprias convicções e recursos.

Valorizamos em toda a formação nossa posição de que a pedra angular do processo é o foco na pessoa do terapeuta. Por essa razão, nossas aulas são vivenciais. Os grupos são espaços onde trabalhamos as relações emergentes a partir de nossa construção de que “quem fala, fala de si”, do si-mesmo que emerge no encontro com o outro e o clima de cooperação que buscamos manter legitima a todos os envolvidos dentro de uma ética relacional de inclusão e respeito.

O Sistemas Humanos está envolvido em projetos de pesquisa como o lugar do pai na contemporaneidade, o olhar do terapeuta para o casal, a transmissão do feminino e, atualmente, os processos sociais da resiliência. Os resultados das pesquisas são apresentados em congressos e publicações.

Temos, também, um interesse especial em realizar projetos junto a outras instituições como a que realizamos na parceria com a creche inclusiva Naia, onde através da interlocução institucional, amadureceram os projetos “inclusão cultural”, “inclusão digital” e em breve a “inclusão musical”.

Temos ainda em nossa sede no interior paulista (Sorocaba) vários projetos, coordenados por Dílson, com diversas prefeituras, tais como:

“Refletindo com a família” - Jardim São Marcos, com a Prefeitura Municipal de Votorantin;

“Trabalhando com a família e cuidando dos filhos” com o Conselho Tutelar da Cidade de Votorantin;

“Refletindo com a família” na Prefeitura Municipal de Tiete em parceria com a Secretaria da Educação da cidade, trabalho com famílias e professores;

“Introdução ao pensamento Sistêmico” para funcionários da Secretária da Juventude de Sorocaba.

Enfim acreditamos que nosso instituto está caminhando sempre em busca da ampliação de uma participação humana solidária, cooperativa e amorosa. 


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